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Equipe especializada em reprodução Humana

reversão de vasectomia
A vasectomia é um procedimento de esterilização voluntária que, apesar de ser considerado definitivo, pode sim ser revertido. Na verdade, cerca de 8% das pessoas que recorreram a esse método acabam optando por revertê-lo no futuro. A reversão nada mais é do que a religação microcirúrgica dos canais deferentes, restaurando a passagem e permitindo novamente a união entre os espermatozoides e o líquido seminal.
As chances de sucesso com o passar do tempo
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Até 3 anos após a vasectomia O cenário com os melhores prognósticos. Se a microcirurgia for realizada neste período, as chances de sucesso técnico da reversão são de 97%, e as de gravidez espontânea chegam a 76%.
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De 3 a 8 anos após a vasectomia O procedimento continua apresentando excelentes resultados, embora as taxas sofram uma leve queda. O sucesso da religação fica em torno de 88%, e as chances de gestação ficam em 53%
Como a reversão é realizada?
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1. Avaliação do aparelho reprodutor Uma análise minuciosa da anatomia masculina pós-vasectomia para identificar o local exato da obstrução prévia.
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2. Religação dos canais deferentes Com o uso de técnicas avançadas de microcirurgia, os canais que transportam os espermatozoides (deferentes) são recanalizados e suturados com precisão.
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3. Reversão bem-sucedida Após a recuperação, o paciente retoma o fluxo normal de espermatozoides no líquido seminal, possibilitando novamente as tentativas de gravidez natural.
Nossos especialistas

Dr. Marcello Valle
CRM 52.56932-0

Dr. Marcello Valle
RQE: 36691 / 36692
Formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Pós graduação em Ginecologia e Reprodução Assistida no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Fellow em Reprodução Humana no Hospital Antoine Béclerè Paris, França; Médico visitante no serviço de reprodução humana na Universidade Free Dutch Speaking Bruxelas, Bélgica; Especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo-AMB.

Dra. Beatrice Nóbrega
Médica especialista
RQE: 24820 / 32537
Médica graduada pela Universidade Federal do Ceará. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Especialização em Reprodução Humana e Ginecologia Endócrina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Pós-graduação em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia Mestrado em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Médica concursada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Certificado de atuação em Reprodução Assistida pela FEBRASGO / Associação Médica Brasileira.

Dr. Bruno Monteiro
Coordenador médico da OrigenRIo
RQE: 26117 / 28607
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Residência Médica em Ginecologia e Obstetricia pela Maternidade Carmela Dutra e Hospital Cardoso, FontesProfessor da Faculdade de Medicina da UNIFESO, Ginecologista e Obstetra pela AMB/Febrasgo, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB/Febrasgo e REDLARA.

Dra. Danielle Deveza
Coordenadora do banco de óvulos Sonhar+
RQR: 28837
Formada pela faculdade de Medicina Souza Marques, Residência médica pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, Pós graduada em Medicina Fetal pelo Instituto Fernandes Figueira – IFF, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB- Febrasgo, Professora de Medicina da faculdade Souza Marques.
Alternativas modernas: Extração TESA/PESA
Embora a reversão seja uma cirurgia simples e com bons resultados, nem sempre ela é o caminho mais indicado. Nos casos em que a vasectomia foi realizada há mais de 5 anos ou quando a parceira tem mais de 35 anos de idade, a Fertilização in Vitro (FIV/ICSI) desponta como o método mais seguro e eficaz para o casal engravidar.
Nestas circunstâncias, não é necessário submeter o parceiro à cirurgia de reversão nem exigir a ejaculação. Os espermatozoides são extraídos diretamente dos testículos (técnica TESA) ou do epidídimo (técnica PESA) de forma minimamente invasiva, garantindo os gametas necessários para a fecundação laboratorial.

