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Equipe especializada em reprodução Humana

Hatching Assistido (Extrusão)
Na fase de blastocisto, ou seja, no quinto dia de desenvolvimento do embrião (D5), ocorre um fenômeno natural vital conhecido como hatching (extrusão, em português). É neste exato momento que o embrião se fixa no útero e descarta uma membrana que o envolve, chamada zona pelúcida. Essa membrana tem a importante função inicial de manter as células unidas e impedir que outros espermatozoides fecundem o mesmo óvulo, mas precisa ser rompida para que a gravidez aconteça.
Por que o Hatching Assistido é necessário?
Há o risco de o hatching não acontecer naturalmente no útero por diversos motivos, o que inviabilizaria totalmente a fixação e a gravidez. Nesses cenários, a equipe da OrigenRio recomenda o procedimento laboratorial de Hatching Assistido. Ele é especialmente indicado para:
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Zona Pelúcida Espessa Quando o laboratório identifica, via microscópio, que os embriões possuem uma membrana naturalmente mais espessa ou rígida que o padrão.
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Prognósticos Baixos Pacientes que apresentam prognósticos mais baixos nos tratamentos de Fertilização in Vitro ou que já sofreram falhas de implantação
Como a abertura é realizada?
Atualmente, a embriologia conta com três técnicas distintas e rigorosas para auxiliar o embrião a romper a zona pelúcida e se fixar no útero materno:
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Método a Laser É a técnica mais avançada e a que apresenta os melhores resultados clínicos, sendo a mais utilizada atualmente pela nossa equipe. Nela, disparamos um microrraio laser de altíssima precisão para afinar ou romper a zona pelúcida de forma totalmente limpa e segura.
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Método Químico A abertura da zona pelúcida é feita através da inserção milimétrica de uma substância química ácida específica, criando o espaço necessário para que o embrião consiga passar.
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Método Mecânico (PZD) Conhecido como Dissecção Parcial da Zona. Neste método tradicional, os embriologistas utilizam uma microagulha de vidro para fazer um orifício na zona pelúcida, com a medida correta e exata para a passagem do embrião.
Nossos especialistas

Dr. Marcello Valle
CRM 52.56932-0

Dr. Marcello Valle
RQE: 36691 / 36692
Formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Pós graduação em Ginecologia e Reprodução Assistida no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Fellow em Reprodução Humana no Hospital Antoine Béclerè Paris, França; Médico visitante no serviço de reprodução humana na Universidade Free Dutch Speaking Bruxelas, Bélgica; Especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo-AMB.

Dra. Beatrice Nóbrega
Médica especialista
RQE: 24820 / 32537
Médica graduada pela Universidade Federal do Ceará. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Especialização em Reprodução Humana e Ginecologia Endócrina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Pós-graduação em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia Mestrado em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Médica concursada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Certificado de atuação em Reprodução Assistida pela FEBRASGO / Associação Médica Brasileira.

Dr. Bruno Monteiro
Coordenador médico da OrigenRIo
RQE: 26117 / 28607
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Residência Médica em Ginecologia e Obstetricia pela Maternidade Carmela Dutra e Hospital Cardoso, FontesProfessor da Faculdade de Medicina da UNIFESO, Ginecologista e Obstetra pela AMB/Febrasgo, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB/Febrasgo e REDLARA.

Dra. Danielle Deveza
Coordenadora do banco de óvulos Sonhar+
RQR: 28837
Formada pela faculdade de Medicina Souza Marques, Residência médica pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, Pós graduada em Medicina Fetal pelo Instituto Fernandes Figueira – IFF, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB- Febrasgo, Professora de Medicina da faculdade Souza Marques.
Qual a taxa de sucesso da inseminação?
A taxa de gravidez na inseminação é relativamente baixa quando comparada às taxas da fertilização in vitro, porém, de forma cumulativa, ou seja, após múltiplas tentativas, os números podem ser melhorados. Atualmente, o sucesso pode ser alcançado entre 15 e 20% dos casos em cada ciclo, em mulheres e pessoas com útero abaixo de 35 anos. Depois dos 35 anos as chances de sucesso começam progressivamente a cair. De forma acumulada (após 3 ciclos), a taxa de sucesso se aproxima de 30% nos melhores casos. Estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos observaram que a taxa de bebê em casa varia de acordo com a idade, como indica a tabela abaixo
Idade da mulher (anos) |
Menos de 32 |
32-35 |
35-37 |
38-39 |
40 ou mais |
|---|---|---|---|---|---|
Taxa de bebê em casa/ciclo (%) | 14 | 12 | 9,7 | 6,1 | 2 |
Taxa de bebê após 3 ciclos (%) | 32 | 26,3 | 22 | 12,3 | 4,5 |
Vale ressaltar que esta técnica não é indicada para todos os casos. Pessoas com problemas anatômicos das trompas ou alterações seminais significativas não devem recorrer a este tipo de tratamento.
