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Equipe especializada em reprodução Humana

ENDOMETRIAL RECEPTIVITY ARRAY (ERA)
O ERA (Endometrial Receptivity Array – Teste de Receptividade Endometrial) é um procedimento avançado que avalia as condições do útero no nível molecular. A receptividade endometrial é a capacidade do endométrio de se adaptar e apresentar as características perfeitas para receber o embrião — período conhecido como "janela de implantação". Em casos de falhas anteriores na FIV, o Teste ERA é uma ferramenta investigativa de extrema importância para a equipe da OrigenRio.
O mapeamento de 236 genes
O Teste ERA analisa, através de um software genético específico, cada um dos 236 genes responsáveis pela receptividade uterina. Para isso, o médico realiza a extração de uma pequena amostra do endométrio, por meio de biópsia, exatamente naquele que seria o quinto dia de desenvolvimento do embrião (fase de blastocisto), simulando o exato momento em que o embrião seria transferido. O objetivo é determinar a janela de implantação personalizada de cada paciente.
Entendendo o diagnóstico
O procedimento pode indicar três resultados fundamentais que guiarão o sucesso do seu tratamento de reprodução assistida
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1. Receptivo O cenário ideal. Indica que o preparo endometrial da paciente está sendo feito de forma totalmente correta e o embrião está sendo implantado no momento exato de maior receptividade.
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2. Pré-Receptivo Indica que a janela ainda não se abriu. Ou seja, no tratamento anterior, o embrião estava sendo implantado antes do tempo devido, e a paciente necessitará de mais tempo de exposição à progesterona no próximo ciclo.
Para quem o Teste ERA é indicado?
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Falhas de Implantação Casais que já realizaram transferências de embriões de boa qualidade em tratamentos prévios (FIV/ICSI), mas que não resultaram em gravidez.
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Infertilidade sem causa aparente Quando todos os exames básicos de rotina apresentam normalidade, o estudo molecular do endométrio pode revelar o fator oculto da infertilidade.
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Endométrio Fino Pacientes que apresentam dificuldade clínica crônica no espessamento e preparo do endométrio, necessitando de um mapeamento personalizado.
- Estudo Profilático do Endométrio Para pacientes que possuem poucos embriões disponíveis (ou apenas um) e desejam maximizar as chances de sucesso na primeira tentativa.
Nossos especialistas

Dr. Marcello Valle
CRM 52.56932-0

Dr. Marcello Valle
RQE: 36691 / 36692
Formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Pós graduação em Ginecologia e Reprodução Assistida no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Fellow em Reprodução Humana no Hospital Antoine Béclerè Paris, França; Médico visitante no serviço de reprodução humana na Universidade Free Dutch Speaking Bruxelas, Bélgica; Especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo-AMB.

Dra. Beatrice Nóbrega
Médica especialista
RQE: 24820 / 32537
Médica graduada pela Universidade Federal do Ceará. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Especialização em Reprodução Humana e Ginecologia Endócrina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Pós-graduação em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia Mestrado em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Médica concursada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Certificado de atuação em Reprodução Assistida pela FEBRASGO / Associação Médica Brasileira.

Dr. Bruno Monteiro
Coordenador médico da OrigenRIo
RQE: 26117 / 28607
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Residência Médica em Ginecologia e Obstetricia pela Maternidade Carmela Dutra e Hospital Cardoso, FontesProfessor da Faculdade de Medicina da UNIFESO, Ginecologista e Obstetra pela AMB/Febrasgo, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB/Febrasgo e REDLARA.

Dra. Danielle Deveza
Coordenadora do banco de óvulos Sonhar+
RQR: 28837
Formada pela faculdade de Medicina Souza Marques, Residência médica pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, Pós graduada em Medicina Fetal pelo Instituto Fernandes Figueira – IFF, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB- Febrasgo, Professora de Medicina da faculdade Souza Marques.
Qual a taxa de sucesso da inseminação?
A taxa de gravidez na inseminação é relativamente baixa quando comparada às taxas da fertilização in vitro, porém, de forma cumulativa, ou seja, após múltiplas tentativas, os números podem ser melhorados. Atualmente, o sucesso pode ser alcançado entre 15 e 20% dos casos em cada ciclo, em mulheres e pessoas com útero abaixo de 35 anos. Depois dos 35 anos as chances de sucesso começam progressivamente a cair. De forma acumulada (após 3 ciclos), a taxa de sucesso se aproxima de 30% nos melhores casos. Estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos observaram que a taxa de bebê em casa varia de acordo com a idade, como indica a tabela abaixo
Idade da mulher (anos) |
Menos de 32 |
32-35 |
35-37 |
38-39 |
40 ou mais |
|---|---|---|---|---|---|
Taxa de bebê em casa/ciclo (%) | 14 | 12 | 9,7 | 6,1 | 2 |
Taxa de bebê após 3 ciclos (%) | 32 | 26,3 | 22 | 12,3 | 4,5 |
Vale ressaltar que esta técnica não é indicada para todos os casos. Pessoas com problemas anatômicos das trompas ou alterações seminais significativas não devem recorrer a este tipo de tratamento.
