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Equipe especializada em reprodução Humana

Doação de Óvulos (Ovodoação)
A doação de óvulos consiste na cessão de gametas femininos de uma pessoa para outra, de forma anônima e voluntária, para que sejam fecundados por FIV/ICSI e implantados no útero receptor.
É uma solução transformadora para mulheres a partir dos 35 anos que sofrem com a redução do potencial fértil ou que enfrentaram resultados negativos em tratamentos anteriores.
Como funciona a doação?
Clínicas especializadas mantêm um registro rigoroso de pessoas doadoras, avaliando dados clínicos e características físicas para garantir a compatibilidade. O tratamento pode ser feito de duas formas: utilizando óvulos criopreservados (armazenados na clínica) ou sincronizando o ciclo a fresco.
No ciclo a fresco, quem doa realiza a indução da ovulação, enquanto quem recebe passa por um preparo do endométrio utilizando estrogênio e progesterona. Em ambos os casos, a fecundação ocorre em laboratório e os embriões formados são transferidos ao útero da receptora, normalmente no quinto dia (blastocisto). O teste de gravidez acontece de 9 a 12 dias após a transferência.
Critérios para Doadoras
Para quem é indicado receber óvulos?
A Inseminação Intrauterina, normalmente acontece em três etapas de procedimentos: estimulação ovariana, processamento seminal e a inseminação intrauterina propriamente dita.
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1 - Pacientes em menopausa (natural) ou com falência ovariana secundária devido a tratamentos como quimioterapia e radioterapia.
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2 - Pacientes com idade biológica avançada que apresentam óvulos com qualidade insuficiente para formar embriões saudáveis.
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3 - Pessoas que já passaram por tentativas anteriores de Fertilização in Vitro (FIV) e não obtiveram sucesso na implantação.
- 4 - Casais LGBTQIAP+ (como casais homoafetivos masculinos) que necessitam de óvulos de uma doadora para formar os embriões.
Nossos especialistas

Dr. Marcello Valle
CRM 52.56932-0

Dr. Marcello Valle
RQE: 36691 / 36692
Formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Pós graduação em Ginecologia e Reprodução Assistida no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Fellow em Reprodução Humana no Hospital Antoine Béclerè Paris, França; Médico visitante no serviço de reprodução humana na Universidade Free Dutch Speaking Bruxelas, Bélgica; Especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo-AMB.

Dra. Beatrice Nóbrega
Médica especialista
RQE: 24820 / 32537
Médica graduada pela Universidade Federal do Ceará. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Especialização em Reprodução Humana e Ginecologia Endócrina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Pós-graduação em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia Mestrado em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Médica concursada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Certificado de atuação em Reprodução Assistida pela FEBRASGO / Associação Médica Brasileira.

Dr. Bruno Monteiro
Coordenador médico da OrigenRIo
RQE: 26117 / 28607
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Residência Médica em Ginecologia e Obstetricia pela Maternidade Carmela Dutra e Hospital Cardoso, FontesProfessor da Faculdade de Medicina da UNIFESO, Ginecologista e Obstetra pela AMB/Febrasgo, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB/Febrasgo e REDLARA.

Dra. Danielle Deveza
Coordenadora do banco de óvulos Sonhar+
RQR: 28837
Formada pela faculdade de Medicina Souza Marques, Residência médica pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, Pós graduada em Medicina Fetal pelo Instituto Fernandes Figueira – IFF, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB- Febrasgo, Professora de Medicina da faculdade Souza Marques.
Taxas de Sucesso e Fechamento
O índice de sucesso do tratamento com óvulos doados é um dos mais altos da reprodução assistida, girando em torno de 55% por tentativa. Essa elevada taxa se deve, principalmente, a dois fatores cruciais: a alta qualidade dos óvulos (vindos de doadoras jovens) e a excelente receptividade do endométrio de quem os recebe, que é cuidadosamente preparado sem a interferência hormonal de uma superovulação.
