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Equipe especializada em reprodução Humana

Fertilização In Vitro
A Fertilização in Vitro (FIV) é uma técnica com altas chances de sucesso, indicada até para os casos mais complexos. Na OrigenRio, utilizamos a técnica ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides) na etapa de fecundação, onde introduzimos um único espermatozoide no interior do óvulo. Por isso, chamamos o tratamento de FIV/ICSI. O processo envolve a coleta de gametas, a fecundação em laboratório e a implantação cuidadosa do embrião no útero, tudo monitorado de perto por nossa equipe médica e de embriologistas.
Para quem a FIV/ICSI é indicada?
Por ser altamente eficaz, a técnica atende a uma ampla variedade de fatores e configurações familiares
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Fatores Masculinos Severos Alterações significativas no espermograma, vasectomia, obstruções ou azoospermia (ausência de espermatozoides)
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Fatores Tubários e Pélvicos Trompas obstruídas/danificadas, laqueadura tubária ou endometriose moderada a severa
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Idade e Reserva Ovariana Idade biológica avançada e redução na quantidade ou qualidade dos óvulos.
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Novas Configurações Familiares Famílias LGBTQIAP+, produção independente, útero de substituição (gestação solidária) e uso de gametas doados
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Fatores Genéticos e Histórico Casais portadores de doenças genéticas, busca por embriões HLA compatíveis ou falhas repetidas em tratamentos de baixa complexidade (inseminação ou coito programado).
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Casais LGBTQIAP+ que necessitem de reprodução assistida para constituírem família.
As 6 etapas do tratamento
Entenda de forma fácil as 6 etapas do tratamento
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1 Estimulação Ovariana No início do ciclo menstrual é realizada uma ultrassonografia para avaliar os ovários e para dar início às medicações que irão estimular o crescimento de folículos, que promovem a ovulação. Em teoria, dentro de cada folículo em crescimento será formado um óvulo. A estimulação ovariana tem o objetivo de aumentar a quantidade de óvulos produzidos e com isso proporcionar o maior número de embriões saudáveis possíveis para implantação e, se sobrarem, para a criopreservação. É uma etapa fundamental para garantir o sucesso da FIV/ICSI.Todo esse processo de crescimento folicular é acompanhando por exame ultrassonográfico seriado e dosagens hormonais, para que, dessa forma, tenhamos maiores garantias de que as medicações estão surtindo efeitos e de que a ovulação se aproxima. Todo o processo de estimulação ovariana até a ovulação ocorre, em média, entre 9 e 13 dias.
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2 Punção folicular ou aspiração dos óvulos Quando os maiores folículos atingem tamanhos adequados, outras medicações (gonadotrofina coriônica humana – hCG) ou algum hormônio análogo do GnRH que provoque o amadurecimento dos óvulos). São administradas com o propósito de desencadear de forma efetiva a ovulação, que ocorre 36 horas depois do uso. A punção folicular é realizada 36h após a aplicação dessas injeções. Guiada por ultrassom, a punção ocorre através de sonda transvaginal, introdução de uma agulha fina aos dentro dos folículos, e aspiração do líquido no interior e, com ele, os óvulos.A pessoa permanece sedada durante todo o procedimento, que dura cerca de 20 minutos. O líquido coletado é levado para identificação dos óvulos ao microscópio. Concomitantemente à punção, a coleta de sêmen também é realizada na clínica, através da masturbação (ou por extração nos testículos ou no epidídimo, em casos de infertilidade). O sêmen é então centrifugado para que os melhores espermatozoides sejam selecionados e coletados.Cabe ressaltar, que em algumas configurações familiares ambas as etapas podem ser substituídas por doação de gametas, tanto óvulos quanto espermatozóides, a depender da especificidade de cada casal.
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3 Fecundação via ICSI Na técnica de ICSI, os espermatozoides são injetados diretamente dentro de cada um dos óvulos através do micromanipulador. Um dia depois, (D1) especialistas analisam os óvulos inseminados por ICSI para ver se há dois pronúcleos (um do espermatozoide, um do próprio óvulo), o que confirma a fecundação.
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4 Cultivo dos embriões O desenvolvimento dos embriões é estudado por alguns dias até a implantação no útero. Esta pode ser feita na fase da clivagem (D2 ou D3) ou na fase do blastocisto (D5). Na Clínica OrigenRio optamos preferencialmente pelo cultivo até o estágio de blastocisto.Esse acompanhamento é importante porque permite a identificação daqueles embriões que apresentam melhor desenvolvimento e, consequentemente, melhores chances de gravidez. Problemas naturais na divisão celular podem interromper espontaneamente o desenvolvimento de alguns embriões nesta fase.
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5 Implantação dos embriões Nesta etapa, os embriões são implantados com delicadeza no útero através de um cateter macio para não danificar as amostras. Apenas os embriões que apresentarem melhor desenvolvimento são escolhidos para implantação. O procedimento, guiado por ultrassonografia pélvica, é rápido e indolor.
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6 Criopreservação dos embriões sobressalentes Logo após a implantação, realiza-se a vitrificação (congelamento) dos embriões de boa qualidade que não foram transferidos. O objetivo do procedimento é preservar os embriões saudáveis até um possível tratamento futuro.
Nossos especialistas

Dr. Marcello Valle
CRM 52.56932-0

Dr. Marcello Valle
RQE: 36691 / 36692
Formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Pós graduação em Ginecologia e Reprodução Assistida no Instituto Fernandes Figueiras IFF-Fio Cruz, Fellow em Reprodução Humana no Hospital Antoine Béclerè Paris, França; Médico visitante no serviço de reprodução humana na Universidade Free Dutch Speaking Bruxelas, Bélgica; Especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo-AMB.

Dra. Beatrice Nóbrega
Médica especialista
RQE: 24820 / 32537
Médica graduada pela Universidade Federal do Ceará. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Especialização em Reprodução Humana e Ginecologia Endócrina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Pós-graduação em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia Mestrado em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Médica concursada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (UNIRIO). Certificado de atuação em Reprodução Assistida pela FEBRASGO / Associação Médica Brasileira.

Dr. Bruno Monteiro
Coordenador médico da OrigenRIo
RQE: 26117 / 28607
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Residência Médica em Ginecologia e Obstetricia pela Maternidade Carmela Dutra e Hospital Cardoso, FontesProfessor da Faculdade de Medicina da UNIFESO, Ginecologista e Obstetra pela AMB/Febrasgo, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB/Febrasgo e REDLARA.

Dra. Danielle Deveza
Coordenadora do banco de óvulos Sonhar+
RQR: 28837
Formada pela faculdade de Medicina Souza Marques, Residência médica pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, Pós graduada em Medicina Fetal pelo Instituto Fernandes Figueira – IFF, Especialista em Reprodução Assistida pela AMB- Febrasgo, Professora de Medicina da faculdade Souza Marques.
Qual a taxa de sucesso da FIV/ICSI?
Não existe um número estático para a FIV, pois inúmeras variáveis influenciam os resultados: idade uterina, reserva ovariana, qualidade do sêmen e tempo de infertilidade. Quanto mais jovem o útero e os óvulos, maiores costumam ser as taxas.
Na Clínica OrigenRio, focamos na individualização rigorosa de cada protocolo. Graças às nossas estratégias inovadoras, no ano de 2023 alcançamos uma média global de taxa de gravidez em evolução por transferência de impressionantes 68%, com uma média de idade biológica das pacientes de 38/39 anos. Esses resultados comprovam a excelência do nosso laboratório e o cuidado do nosso corpo clínico.
Preciso fazer repouso absoluto após a transferência do embrião?
Qual é a diferença entre a FIV clássica e a ICSI?
Quanto tempo dura um ciclo completo de FIV/ICSI?
Mulheres laqueadas ou com trompas obstruídas podem fazer FIV?
Idade da mulher (anos) |
Menos de 32 |
32-35 |
35-37 |
38-39 |
40 ou mais |
|---|---|---|---|---|---|
Taxa de bebê em casa/ciclo (%) | 14 | 12 | 9,7 | 6,1 | 2 |
Taxa de bebê após 3 ciclos (%) | 32 | 26,3 | 22 | 12,3 | 4,5 |
Vale ressaltar que esta técnica não é indicada para todos os casos. Pessoas com problemas anatômicos das trompas ou alterações seminais significativas não devem recorrer a este tipo de tratamento.
